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Harry Potter, o menino-bruxo:

1. Pratica a feitiçaria
Harry é amarrado numa lápide em um cemitério onde é preparada uma poção com os seguintes ingredientes: o sangue de Harry Potter, o osso do cadáver do pai de Lord Voldemort (o bruxo malvado da série) e a carne do escravo Rabicho (que para isso amputou a sua própria mão direita). Tudo isso foi jogado dentro de um caldeirão. Puxa! Conheço alguns ex-”pais de santo” que asseguram que realizavam cerimônias de despachos muito semelhantes em alguns cemitérios.

2. O Natal sem Cristo
O feriado de Natal está presente na saga de Harry Potter, com trocas de presentes e árvores de Natal, porém sem qualquer menção ao nome do aniversariante – Jesus Cristo! Acredito que se trate de uma omissão proposital! 

3. Familiarização com imagens grotescas

Atualmente, os heróis dos nossos filhos são quase sempre monstros deformados, grotescos e mutilados. O leitor de Harry Potter familiariza-se com um mundo tenebroso. Nestes tempos de Harry Potter, o imundo tornou-se lindo. Os heróis das nossas crianças podem ser aberrações monstruosas que se arrastam para fora dos esgotos, simulando inocência e fingindo tendências bondosas. 

4. Desrespeito as regras
Harry mente, trapaceia, quebra regras, desobedece às autoridades constituídas (dos tios e dos professores), porém, no final sempre se sai bem (na vida real, no entanto, não é bem assim)

5. É vingativo
Harry Potter não conhece o que é perdoar ou dar a outra face. Ele tem um profundo ressentimento com seus tios cruéis. Em vez de perdoá-los, fica feliz em se vingar. Após ter sido bastante insultado por tia Guida, lançou um feitiço que fez a mesma começar a inchar como um balão e por pouco ela não estourou. Harry também não suporta um mau
colega rival, Draco Malfoy, e fica satisfeito quando o menino erra. 

6. Desestimula a boa leitura
Quem afirma isso é o norte-americano Harold Bloom, “o mais importante crítico literário em atividade”, em entrevista à revista Veja: “A linguagem é um horror. [...] E o livro inteiro é assim, escrito com frases desgastadas, de segunda mão”.
 “A temática de Harry Potter é profundamente mística e inteiramente comprometida com bruxaria, feitiçaria e esoterismo, e é apresentada como literatura mimetizada em contos pueris, quando na realidade é perversa e advinda do inferno.”


Por trás de um manto de ingenuidade, a série Harry Potter tem seus dentes e garras sujos de sangue, pois nela está disfarçado o próprio inimigo das nossas almas. Lembre-se… nestes tempos de Harry Potter o alerta de Jesus Cristo é muito oportuno: “Vê, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas” (Lucas 11.35).


por Carlos Cadel

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